25.4.06
20.4.06
"amor incondicional"
17.4.06
Ao sucesso e à felicidade

"...Esse é o segredo do vencedor. Enquanto alguns torcem contra, ele rema a favor. Transforma as dificuldades em um poderoso combustível que o move a toda velocidade rumo ao andar mais alto da casa da felicidade. Não há nada mais forte do que aquele que aprende a usar as adversidades da vida a seu favor. O verdadeiro vencedor fala da próxima conquista, nunca da última derrota. Desprezar as dificuldades passadas é a melhor maneira de não fazer delas o monstro do medo que nos impede de seguir em frente. Ao sucesso e à felicidade. Direto para a morada do otimista. Lá vamos nós".
12.4.06
Comendo Valencia com os olhos

"Eu vivo a busca de algo. É uma busca solitária, que acaba me afastando dos amigos e dos amores. O que será não sei. Talvez eu nunca saiba, talvez não haja o que ser buscado, apenas viver em estado de não pertencer a lugar nenhum - como quando a gente acredita não em um mas em todos os deuses. Talvez eu me torne uma viajante de terras cada vez mais longínquas, alguém sem laços, uma turista acidental, confirmando a sensação de, apesar da minha imensa gratidão por ser humana, ter nascido estrangeira para a humanidade." Uma Englishman in New York.
Especial para Angé e Bete
e como disse a Bete: "julho tá muito longe?"
4.4.06
25.3.06
Nada mais vai nos interromper

Nada mais vai nos interromper.
As cadeiras sob a mesa, os papéis, as lembranças.
Nada mais vai nos interromper.
Se é certo fazer, se é errado fazer, não queremos saber.
Nada mais vai nos interromper.
Nem o pouco tempo. Nenhum tempo de sobra.
Nada mais vai nos interromper.
Mesmo que o vento seja insinuação de chuva.
Nada mais vai nos interromper.
Mesmo que seja aconselhável esquecer.
Nada mais vai nos interromper.
As cadeiras sob a mesa, os papéis, as lembranças.
Nada mais vai nos interromper.
Se é certo fazer, se é errado fazer, não queremos saber.
Nada mais vai nos interromper.
Nem o pouco tempo. Nenhum tempo de sobra.
Nada mais vai nos interromper.
Mesmo que o vento seja insinuação de chuva.
Nada mais vai nos interromper.
Mesmo que seja aconselhável esquecer.
Nada mais vai nos interromper.
pra quem gosta de scrap:
www.scrapdiary.com.br
15.3.06
13.3.06
Bienal do Livro

NADA COMO UMA MULHER INTELIGENTE
Um casal sai de férias para um hotel-fazenda. O homem gosta de pescar de madrugada e a mulher gosta de ler. Uma manhã, o marido volta de horas pescando e resolve tirar uma soneca. Apesar de não conhecer bem o lago, a mulher decide pegar o barco do marido e ler no lago. Ela navega um pouco, ancora, e continua lendo seu livro.
Chega um guardião do parque em seu barco, pára ao lado da mulher e fala:
- Bom dia, Madame. O que está fazendo?
- Lendo um livro - ela responde, e pensando: será que não é óbvio?
- A senhora está em uma área restrita em que a pesca é proibida, ele informa.
- Sinto muito, tenente, mas não estou pescando, estou lendo.
- Sim, mas com todo o equipamento de pesca. Pelo que sei, a senhora pode começar a qualquer momento. Se não sair daí imediatamente, terei que multá-la e processá-la.
- Se o senhor fizer isso, terei que acusá-lo de assédio sexual, diz a mulher.
- Mas eu nem sequer a toquei! - diz o guardião.
- É verdade, mas o senhor tem todo o equipamento. Pelo que sei, pode começar a qualquer momento.
- Tenha um bom dia, Madame - ele diz e vai embora.
MORAL DA HISTÓRIA: Nunca discuta com uma mulher que lê. É certo que ela pensa.
8.3.06
Mulher

Substantivo? Talvez seja o mais correto. Mas é incompleto. Primeiro, porque mulher não se nasce feita: torna-se. Nasce em forma concreta, mas se completa em caráter, no abstrato, apenas com o decorrer da vida e de seus feitos. E mulheres existem várias. Mas quando, de repente para alguém, passa a existir uma só, mulher deixa de ser plural para se tornar substantivo próprio, único. Vira mulher com M maiúsculo. Então, ela se torna referência, característica de comparação, e, por isso, até pode ser um adjetivo. E o mais poderoso. E para ir além, é com um toque de interjeição — porque faz parte dela a emoção e o sentimento — que consegue ser tão necessária ao dia-a-dia, fazendo-se, por isso, mulher. Substantivo concreto ou abstrato? Adjetivo ou interjeição? É melhor ficar só com "mulher" mesmo. Porque se conceitua em si e, pra falar a verdade, nenhuma classe ou palavra irá conseguir definir o ser que só uma mulher consegue entender. E na falta de definições, fica a homenagem pra você minha amiga e a mensagem prá você meu amigo, pelo nosso dia. Parabéns.
6.3.06
Longe Demais

Composição: Vanessa da Mata e Liminha
Beijei seu rosto e guardei
Achei sincero e sem dúvida
Era quase de manhã, era madrugada
A noite esconde a cidade, você some
Será que é cria da noite e eu não sei
As horas cessaram naquela manhã que vem
E é outro dia
Será um desencontro e eu vou sozinha?
Ele não dá um sentimento
Será um jogo intenso que se anuncia
Ele ri e sabe o que faz? nada
Te quis pra minha vida, todo o tempo esperei
E a vida agora está em torno de você
Amanhã é longe demais
Pra quem não tem
Pra quem não sabe
Pra quem não tem a eternidade
3.3.06
Eu o amo!

O amor, como a atmosfera, nos envolve, nos alimenta. Também pode envenenar. O amor é o mais intenso dos sinônimos da vida, o mais permanente, o que de fato salva. O amor nos consome e nos consuma. Na coletânea de crônicas O Amor Esquece de Começar, Fabrício Carpinejar, autor dos aclamados livros de poemas Cinco Marias, Como no Céu/Livro de Visitas e As Solas do Sol, comparece pela primeira vez vestido em prosa, em linguagem fluente, conversando quase num sussurro generoso – porque o que ele nos traz são notícias, impressões, e mais, a força impactante, reconfortadora e capaz de fazer nascer o ser que sempre fomos. Só que, desta vez, completos. O amor nos toma, mesmo antes de abrirmos a porta e percebermos sua entrada. Convém não deixá-lo ir embora, convém deixá-lo entrar. O Amor Esquece de Começar é um alerta, um aviso, uma porta aberta.
Carpinejar, desta vez, abre a sua guarda, única forma (exposição plena na ação corajosa e generosa de ser quem é) para chegar ao coração de seu tema: a paixão, que nos envolve, que nos abandona muitas vezes ressecadas, que nos ressuscita, que leva quem ama e mesmo quem não ama na direção do inesquecível, do definitivo, da salvação que nos mergulha no perder-se para se encontrar. Sem posses, mas possuídos. Desarmados, mas enfim saboreando o alimento supremo: nossa alma gêmea, que nos olha num silêncio a narrar por gestos suaves o que o discurso mais inflamado nem cogita.
O amor é uma surpresa e uma confirmação. Um renascimento para quem até então não o encontrava. Um espelho a mostrar a beleza e o vigor a quem sempre soube identificá-lo. O Amor Esquece de Começar é esse espelho. A mulher, principal interlocutora de seus textos certeiros, não está sozinha. O homem também pode participar dessas revelações que, apontadas numa direção, atingem todos e tudo. O amor, afinal, é o sentido da vida e o conforto para a assustadora dimensão do universo. “Quero recuperar o romantismo, uma visão cristalina e verdadeira das relações amorosas, um cuidado na fala, a sedução”, revela Carpinejar. “Sem idealismo, mas com idealização. A expectativa e a confiança fazem bem ao amor e não podem ser abolidos. Desejo, com as mulheres, o consenso das mãos durante o dia e dos pés durante a noite.”
Leia a “orelha” do livro, por Martha Medeiros
Alguns críticos, quando querem falar mal do trabalho de alguém sem ser demasiadamente ofensivos, dizem: "Fulano, como cineasta, continua um grande músico". Pois eu digo que Fabricio Carpinejar, como cronista, continua um grande poeta, e isso é um elogio, pois não o divide em dois: soma. Fabricio seria poeta até mesmo se fosse convocado a escrever obituários, laudos periciais e relatórios de diretoria. É poeta sem chance de fuga. E que poeta.
Em seu livro de estréia como cronista, escolheu o tema mais recorrente na poesia - o amor - e fez uma exaltação às mulheres, todas as dele (mãe, esposa, filha, amigas) e todas as que ele conhece a fundo sem jamais ter posto os olhos. Ele domina o universo feminino a ponto de demonstrar uma cumplicidade inquietante com nossa solidão e nossas vertigens mais secretas. Como na crônica "Quando Ela Goza", em que descreve uma mulher após o orgasmo: "Quase chorava de tanto que se expulsou. Quase chorava de tanto que se recebeu de volta".
Fabrício flutua entre a concisão e o esbanjamento. Às vezes deixa as palavras à solta, como se elas não tivessem dono, como se não fosse ele a escrevê-las e sim elas a si próprias, livres do patrulhamento do autor, e então de repente ele interrompe este passeio com um frase rápida e genial, a exemplo da crônica em que condena os namoros longos e planejados: "Não faço futuro, caso logo para fazer passado".
Entre o nonsense a realidade, Fabricio Carpinejar é mestre em acertar no alvo, ora nos emocionando muito, ora nos emocionando bastante - as duas únicas reações que se pode ter diante deste livro escrito às ganhas. "Eu sou embaralhado de desejos", revela.
Ele nos atordoa, de fato. "Se você não entender o que quero dizer, estaremos quites". Fabricio, a gente só não entende como esta sua convulsão emocional pode ser tão exata.
Martha Medeiros
EDITORA BERTRAND BRASIL E LIVRARIA DA VILA CONVIDAM
para o lançamento do livro de crônicas
"O AMOR ESQUECE DE COMEÇAR",
de FABRÍCIO CARPINEJAR
que será antecedido por debate com
IVANA ARRUDA LEITE E JOÃO CARRASCOZA
e leitura de textos por DENISE SILVEIRA E FERNANDO CHUÍ
na quinta (16/3), a partir das 19h30,
na LIVRARIA DA VILA
Rua Fradique Coutinho, 915
Vila Madalena São Paulo
para o lançamento do livro de crônicas
"O AMOR ESQUECE DE COMEÇAR",
de FABRÍCIO CARPINEJAR
que será antecedido por debate com
IVANA ARRUDA LEITE E JOÃO CARRASCOZA
e leitura de textos por DENISE SILVEIRA E FERNANDO CHUÍ
na quinta (16/3), a partir das 19h30,
na LIVRARIA DA VILA
Rua Fradique Coutinho, 915
Vila Madalena São Paulo
Estamos chegando?

Quando estamos viajando, meu filho desde a saída pergunta: estamos chegando? Afirmo que sim, apesar de faltar 300 Km. Cinco minutos depois, lá vem ele com a mesma questão: estamos chegando?
Por mais que ande rápido ou vença o trajeto, nada o demoverá da teimosia de querer descer logo ou de ser informado com detalhes de onde está. Estar chegando revela a ansiedade em definir os relacionamentos.
Fala-se da proximidade para afugentar a distância.
Fala-se da proximidade para afugentar a distância.
Não é uma mentira, é uma verdade afoita.
Apressamos em dizer que amamos para não conviver com as dúvidas e tampouco gerar suspeitas da legitimidade do sentimento.
Há uma pressa pelo final em todo o início e há uma pressa pelo início em todo o final. É obrigatório dizer "eu te amo" para continuar e formalizar o laço. Talvez seja paixão, mas "eu te amo" já pula da garganta. Talvez seja atração e "eu te amo" fica sentado na primeira fila. Talvez seja carência e "eu te amo" puxa a ponta da camisa e da língua para frente. Não que seja desonesta a declaração, pois não definiremos ao longo dos dias quando se ama verdadeiramente. A precipitação é um modo de garantir, de tomar conta. Não se vive de porta aberta, "eu te amo" é a chave. Ama-se com o quarto fechado.
É dito para fazer valer o esforço da conquista, coroar a sedução, assegurar que aquela pessoa é sua, e que não mais corre o risco de perdê-la. Caso nenhum dos dois fale, amarga-se uma sensação de inutilidade e de desprezo. Não existe como sair ileso da encruzilhada: se não apregoamos o "eu te amo" somos insensíveis, se declaramos toda hora pode se tornar um aceno, mero cumprimento. É preciso cuidar para que não seja usado sem vontade. Um selinho não é suficiente para mandar a carta. Sem desejo, o "eu te amo" é saudação de lápide, entra-se no território da proteção e da rotina, para se despedir de amar.
Servirá para afastar o beijo quando deveria prolongá-lo. E as atitudes, e as outras palavras não contam? Quantas vezes proclamamos o amor precocemente? Antecipamos para que de fato venha. Prometemos para depois ver se acontece. Ainda que incomparável, o amor se faz pela comparação com experiências anteriores. Define-se pela sua força em sobrepujar as lembranças e relações anteriores. É a superação do que foi vivido que valida ou não sua intensidade. Não representa o amor, e sim uma nova tentativa de amar.
Será que o amor não é tão-somente a vontade de amar?
Estou chegando. Nunca chegarei, amor é estar a caminho.
É dito para fazer valer o esforço da conquista, coroar a sedução, assegurar que aquela pessoa é sua, e que não mais corre o risco de perdê-la. Caso nenhum dos dois fale, amarga-se uma sensação de inutilidade e de desprezo. Não existe como sair ileso da encruzilhada: se não apregoamos o "eu te amo" somos insensíveis, se declaramos toda hora pode se tornar um aceno, mero cumprimento. É preciso cuidar para que não seja usado sem vontade. Um selinho não é suficiente para mandar a carta. Sem desejo, o "eu te amo" é saudação de lápide, entra-se no território da proteção e da rotina, para se despedir de amar.
Servirá para afastar o beijo quando deveria prolongá-lo. E as atitudes, e as outras palavras não contam? Quantas vezes proclamamos o amor precocemente? Antecipamos para que de fato venha. Prometemos para depois ver se acontece. Ainda que incomparável, o amor se faz pela comparação com experiências anteriores. Define-se pela sua força em sobrepujar as lembranças e relações anteriores. É a superação do que foi vivido que valida ou não sua intensidade. Não representa o amor, e sim uma nova tentativa de amar.
Será que o amor não é tão-somente a vontade de amar?
Estou chegando. Nunca chegarei, amor é estar a caminho.
21.2.06
No mistake about it ...
Those who aren't making mistakesprobably aren't makinganything.
Samuel Smiles
Samuel Smiles
Trial and error is the secret sauce of the creative process.
By finding out what doesn't work, we eventuallydiscover what does.
Mistakes Are Great
Mistakes Are Great
Fail? I haven't failed! I now have 3,800 ways not to make an electric storage battery.
Thomas Edison
9.2.06
Amar é...
3.2.06
Espetáculo A Viagem de Quixote

A Cisne Negro Cia de Dança, uma das mais respeitadas no país e no exterior, apresenta o espetáculo A Viagem de Quixote, uma homenagem aos 400 anos da obra Dom Quixote de La Mancha, do genial Miguel de Cervantes. Com música criada especialmente por Fábio Cárdia, coreografia de Dany Bittencourt e desenhos e figurinos de Eduardo Ferreira, Dom Quixote e seu fiel escudeiro Sancho Pança viajam pelas danças e ritmos brasileiros com linguagem universalista, passando pelo maracatu, maculelê, samba de roda, capoeira e outros ritmos.
Dom Quixote luta contra moinhos de vento e feiticeiros, busca o amor galante em Dulcinéia, anda por terras incultas, por mares nunca antes navegados, defendendo seus ideais. Presente, passado e futuro se fundem na figura desse sonhador, metáfora da capacidade humana em crer que os sonhos não envelhecem. Num trajeto dançado pelos bailarinos, ritmos, movimentos e melodias citam territórios culturais diversos em uma viagem coreográfica com Dom Quixote que, de tanto ler o mundo nos livros, foi correr mundo através dessa obra imortal.
A Cisne Negro, nasceu em circunstâncias especiais: sua diretora, Hulda Bittencourt, reuniu alunas do famoso Estúdio de Ballet Cisne Negro com atletas da Faculdade de Educação Física da USP. A união desses universos deu ao grupo sua principal característica: a dança energética, espontânea, viril e de grande qualidade técnica e artística. O grupo se insere dentro do panorama contemporâneo da dança ocidental, e assim, desde o início trabalha com coreógrafos inovadores e jovens. Seus trabalhos foram apresentados nas principais cidades do Brasil, nos EUA, Canadá, Inglaterra, Espanha, Alemanha, Uruguai, Argentina, Chile e África do Sul. Laureada com muitos prêmios, sucesso de crítica e público, em 2006 a companhia comemora 30 anos de existência, sempre pronta a levar a sua inovadora dança aos quatro cantos do planeta.
onde: SESC Santos
Rua Conselheiro Ribas, 136 bairro Aparecida Santos
mapa de localização telefone: 13 3227-5959
Hoje, sexta-feira às 21h00
amanhã, sábado às 18h00
Os ingressos custam R$ 3,00 (geral),
R$ 1,50 (usuários, idosos e estudantes) e
R$ 1,00 (associado)
1.2.06
nossas viagens pelo mundo - parte 1

BALI
O povo de Bali é, talvez, o povo mais doce do mundo. Os balineses cantam na rua. Os balineses sorriem pra todo mundo. Os balineses lhe dão flores, só porque você está ali. Os balineses saúdam você com um “namaste” — “eu saúdo o deus em você” — e eu suspeito que eles realmente acreditam que cada um de nós leva um deus dentro de si.
As coisas mais bonitas em Bali não estão à venda. Pode parecer um exagero, se consideramos as delicadas estatuetas esculpidas em madeira e pedra, e as lindas tapeçarias tecidas em algumas partes da ilha. Mas é verdade: as coisas mais bonitas feitas em Bali são aquelas que as mulheres e meninas fazem com grama e folhas e flores, para oferecer aos deuses em pequenas cerimônias que acontecem várias vezes ao dia. Estas pequenas cestas, tramadas rapidamente, são de uma leveza e complexidade, que parece incrível que a sua única função seja acomodar uma flor, uma vela, um pedaço de incenso, e ser colocadas nas calçadas, no chão, numa encruzilhada, num rodapé, para agradecer aos deuses (e são tantos!) que vivem diariamente com os balineses.
Por fim, a Indonésia é o destino certo para o surfista viajante que tem sede de onda boa.
Então, o que você está esperando?
As coisas mais bonitas em Bali não estão à venda. Pode parecer um exagero, se consideramos as delicadas estatuetas esculpidas em madeira e pedra, e as lindas tapeçarias tecidas em algumas partes da ilha. Mas é verdade: as coisas mais bonitas feitas em Bali são aquelas que as mulheres e meninas fazem com grama e folhas e flores, para oferecer aos deuses em pequenas cerimônias que acontecem várias vezes ao dia. Estas pequenas cestas, tramadas rapidamente, são de uma leveza e complexidade, que parece incrível que a sua única função seja acomodar uma flor, uma vela, um pedaço de incenso, e ser colocadas nas calçadas, no chão, numa encruzilhada, num rodapé, para agradecer aos deuses (e são tantos!) que vivem diariamente com os balineses.
Por fim, a Indonésia é o destino certo para o surfista viajante que tem sede de onda boa.
Então, o que você está esperando?
31.1.06
BBB - Saullo será eliminado por causa de sua traição?
Daniel Saullo pode ser eliminado esta terça-feira do 'BBB'
deixando Roberta e Mariana 'órfãs'.

putz! e não vai sobrar nada pra gente ver?!
29.1.06
As coisas mais belas da vida não podem ser vistas ou tocadas. Elas precisam ser sentidas com o coração.
Olá! Meu nome é Marcela. Tenho 9 anos e hoje é um dia muito, muito, muito especial para mim! Sabe, eu estudo balé e daqui a pouco vou me apresentar pela primeira vez. Minha mãe disse que estou linda! Minha fantasia é de borboleta e a música que eu vou dançar faz a gente sentir como se estivesse voando!Eu sei que a platéia está cheia, pois posso ouvir muitas pessoas se movimentando, conversando. São nossos pais e amigos que vieram assistir à nossa apresentação. Eu nunca tinha estado em um lugar com tanta gente antes! E, imagine só, todos vão me ver dançar!
Há um ano, quando pedi a minha mãe que me levasse até uma academia de dança, todo mundo achou estranho. Mas a música é tão maravilhosa e me faz sentir tão bem, que logo ela concordou.
Minha professora é muito especial. Ela me apresentou às outras crianças, explicou como poderiam me ajudar a ser uma bailarina e hoje elas são minhas melhores amigas...
No mês passado, quando eu perguntei o que era uma borboleta, minhas amigas trouxeram muitas para mim. Colocaram as borboletas nas minhas mãos, fizeram com que eu sentisse suas asas delicadas e depois me ajudaram a soltá-las... E eu sei que elas voaram para bem longe, felizes e livres. Eu sei disso porque há coisas muito especiais, que só se vêem com o coração; por exemplo, a felicidade das borboletas... e crianças especiais, como eu, que vêem tudo com o coração.
E agora chegou nossa vez. Eu e minhas amigas vamos entrar no palco e dançar a dança das borboletas, para mim, a mesma que elas dançaram, quando nós as soltamos. Só queria que todas as pessoas que estão na platéia pudessem sentir o que eu sinto:
que, mesmo sem poder ver com os olhos, posso enxergar a felicidade no coração de cada uma de nós, um sentimento tão especial que é capaz de nos fazer voar, livres como borboletas.Marcela nasceu cega. Nunca viu o pôr-do-sol ou as cores de um jardim florido... Mas conhece o sorriso de seus pais e o abraço de seus amigos, pois Marcela é muito querida e amada. Como toda criança, Marcela gosta de brincadeiras, de boneca, de bicicleta, de parquinho, de música, de piscina e muito mais. E, também como toda e qualquer criança, precisou de ajuda
para ganhar confiança, para aprender coisas novas. Graças a todo esse amor, a cada dia que passa, desenvolve novas habilidades. E Marcela tem muitas, como a de enxergar a felicidade com o coração!
27.1.06
24.1.06
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