10.9.06
Então, eu te amo, mas não espalha.
6.9.06
4.9.06
Feijoada no paraíso
31.8.06
30.8.06
27.8.06
como me dizem teus olhos...
26.8.06
25.8.06
Mais vale um pássaro na mão......do que dois voando?

Se por um lado temos necessidade de segurança para viver com conforto, por outro precisamos nos expor aos perigos das aventuras para evoluir – e voar mais alto...
Sim, a segurança é um conforto, e todos gostamos de conforto. Mas ele é a entressafra da aventura, e não o contrário. Nenhum sábio se refere à vida como um conforto, e sim como uma aventura. A fabulosa aventura de se viver. A vida está mais para incerta e insegura do que para dogmática e confortável.
E assim é a vida, com suas maravilhosas possibilidades. Segurança e aventura são dois componentes do humano, duas faces da mesma moeda, dois momentos de uma mesma vida. O sonho da liberdade só se realiza quando abrimos a mão para agarrá- lo, o que nos deixa suspensos no ar por algum tempo, como um acrobata. Só que este não flutua no vazio porque é um inconseqüente, e sim porque é um especialista.Preparou-se duramente para tal aventura.
Um pássaro na mão só é melhor que dois voando quando não acreditamos na possibilidade de alcançá-los. Para que acreditemos temos que construir essa crença e, para tanto, precisamos sonhar, pensar em estratégias e exercitar nossos talentos.
23.8.06
Quem tu viste, bem-te-vi?
18.8.06
17.8.06
Me leva pra seu bangalô
Onde areja um vento bom
Na varanda, quem descansa
Vê o horizonte deitar no chão
Pra acalmar o coração
Lá o mundo tem razão
Terra de heróis, lares de mãe
Paraíso se mudou para lá
Por cima das casas, cal
Frutos em qualquer quintal
Peitos fartos, filhos fortes
Sonho semeando o mundo real
Toda gente cabe lá
Palestina, Shangri-lá
Vem andar e voa
Vem andar e voa
Vem andar e voa
Lá o tempo espera
Lá é primavera
Portas e janelas ficam sempre abertas
Pra sorte entrar
Em todas as mesas, pão
Flores enfeitando
Os caminhos, os vestidos, os destinos
E essa canção
Tem um verdadeiro amor
Para quando você for
Vilarejo - Marisa Monte
13.8.06
12.8.06
Deu tudo certo
Deu tudo certo. Meu coração está tranquilo. Essa semana foi boa para eu descobrir como eu amo as pessoas que estão ao meu lado. Eu me sinto bem, leve, amada, feliz, eu me sinto muito feliz por descobrir que eu consegui mesmo fazer bem para alguém. Eu consegui fazer alguém feliz. Eu tô muito feliz... e pra embalar, ''Casa Pré-fabricada'' - Marcelo Camelo:
Abre os teus armários eu estou a te esperar,
Para ver deitar o sol sobre os teus braços, castos
Cobre a culpa vã, até amanhã eu vou ficar
E fazer do teu sorriso um abrigo
Canta que é no canto que eu vou chegar
Canta o teu encanto que é pra me encantar
Canta para mim, qualquer coisa assim sobre você
Que explique a minha paz, tristeza nunca
Mais vale o meu pranto que este canto em solidão
Nesta espera o mundo gira em linhas tortas
Abre essa janela a Primavera quer entrar
Pra fazer da nossa voz uma só nota
Canto que é de canto que eu vou chegar
Canto e toco um tanto que é pra te encantar
Canto para mim, qualquer coisa assim sobre você
Que explique a minha paz, tristeza nunca mais
11.8.06
Amar com coragem

7.8.06
SEI LÁ...

pensando na vida, amores, dúvidas, partidas, acabei com um "sei lá... sei lá..."
Há tempos, nem me lembrava dessa música.
E agora, me ocorre uma coisa:
Quem disse, que só é possível filosofar em alemão?
Ah... em ritmo de samba, não só é possível, como é muito melhor!
No mais, só sei que é preciso paixão!
Sei lá... a vida tem sempre razão(Toquinho/Vinícius)
Toquinho_e_Vinicius&opcao=umcd#" target=_blank>Ouça aqui
Tem dias que eu fico pensando na vida E sinceramente não vejo saída. Como é, por exemplo, que dá pra entender: A gente mal nasce, começa a morrer.
Depois da chegada vem sempre a partida,Porque não há nada sem separação. Sei lá, sei lá, a vida é uma grande ilusão. Sei lá, sei lá, só sei que ela está com a razão.
A gente nem sabe que males se apronta.Fazendo de conta, fingindo esquecer Que nada renasce antes que se acabe, E o sol que desponta tem que anoitecer.
De nada adianta ficar-se de fora. A hora do sim é o descuido do não. Sei lá, sei lá, só sei que é preciso paixão. Sei lá, sei lá, a vida tem sempre razão.
3.8.06
31.7.06
só uma piscada

Manifesto sem tesão. A pedidos das hormoniosas que me cercam. Pânico. Não sabem ser amigos das mulheres. Não sabem brincar. Olha lá aquela planta carnívora, venenosa e faminta. Areia movediça. Piscada, abraço, que perfume bom, uma coisa à toa, só um charme. Leveza para o dia. Bitolados. Sei, ela tá dando em cima de mim. Embaixo de mim e de ladinho. Só essas três, esse tipo nem imagina outra série. Buuuu, olha o bicho papão. Ter amigo evita infarto. Mocinhas virgens do interior (ui) balbuciam gaguejantes: epa, eu sou casado, pára com isso.
29.7.06
26.7.06
A pressa em se despedir é desejo de permanecer mais um pouco.
Eu me porto assim diante do amor. Preciso do cotovelo no meu braço. Da mão na minha cintura, de um abraço no pescoço. Não que eu não saiba, terei que confessar: não sei mesmo, amor não se sabe, amor se pressente. É uma indefinição contente e, ao mesmo tempo, assustadora. A pressa em se despedir é desejo de permanecer mais um pouco. O que era passageiro, o que era para ser mais um esquecimento, o que era para ser mais uma noite para dormir transforma-se em obsessão de sonhar, acordar, cuidar e voltar, em obsessão de estar presente e arrumar todos os motivos e subterfúgios para não pensar em outra coisa. Aperta uma vontade de conversar sobre a história com todo mundo que se encontra, com o carteiro, com o bancário, com o jornaleiro, com os passageiros do trem. Falar do amor para que ele aumente ou para que diminua. Para que ele suma ou nos dê confiança de tomar atitudes improváveis e delicadas, mas o amor não se conta nem pro melhor amigo. Vamos atrás de um fiador. Só que o amor não aceita caução. É uma encruzilhada colocar a casa para fora da boca. Abrir-se. Expor-se de tal modo que não se pode retornar ao que julgávamos nossa vida, ao que acreditávamos nosso lar, ao que confiávamos como nossas convicções e nossa ordem. Como confessar uma paixão e depois fingir que isso não mexeu com a gente e retomar o trabalho e a disciplina dos dias como se fosse comum? Antes impessoal, o amor se agarra a um nome e não mais nos pertence. É irrecuperável porque depende de um sim ou de um não. Quando dito, irá embora sem acenar. Não descobriremos que estamos doentes, descobriremos que não temos cura. Amor não nos fortalece, enfraquece. Ficamos indigentes à espera de um beijo, de um telefonema, de uma mensagem. O amor muda o nosso passado. Sofreremos com a incerteza do que a pessoa dirá ou fará. Usam-se palavras emprestadas para não ser direto. Encontram-se motivos alheios à verdade para não se entregar. O amor não seria tão sério se não houvesse a possibilidade dele se converter em uma comédia. Mas a comédia não é levar um fora, comédia é a covardia de não se declarar e antecipar sozinho os risos que seriam bem melhores acompanhado...
6.7.06
3.7.06
"Fantástica Fábrica de Chocolate"

AMSTERDÃ - Empresários e autoridades de Amsterdã anunciaram nesta quinta-feira que a capital da Holanda vai ganhar um parque temático dedicado ao chocolate e inspirado no livro infantil "Charlie e a Fábrica de Chocolate", de Roald Dahl. Exatamente como a fictícia "Fábrica de Chocolate" de Willy Wonka, criada pelo escritor, a parte principal do "parque dos doces"' será subterrânea, localizada num túnel ferroviário desativado cedido pela prefeitura de Amsterdã.
Previsto para ser aberto ao público dentro de dois ou três anos, o parque terá um elevador de vidro e uma fonte de chocolate, exatamente como no livro. Além disso, vai produzir chocolate, embora em quantidades pequenas.- Há dez anos eu criei uma peça de rádio sobre 'Charlie e a Fábrica de Chocolate', e desde então fiquei fascinado pela história - contou o editor de audiolivros Maurits Rubinstein, idealizador do projeto.São responsáveis pelo projeto a prefeitura de Amsterdã e a construtora holandesa BAM. A obra vai custar 20 milhões de euros, dinheiro levantado em parte com a venda de títulos que pais e avós podem comprar para seus filhos e netos.
Amsterdã é o maior porto importador de cacau do mundo. A cidade processa cerca de 30% do cacau produzido no planeta, vindo de países como Gana e Equador, e fornece o ingrediente básico do chocolate, a pasta de cacau, usado pelos maiores fabricantes de chocolate da Europa.
A capital holandesa também é o lugar onde, na década de 1820, Coenraad Johannes van Houten inventou a prensa hidráulica de cacau, que possibilitou a produção do chocolate comestível (até então só existia o chocolate em pó, para uso culinário e em bebidas). Van Houten também criou o processo conhecido como ''dutching'', pelo qual é produzido um pó de cacau de sabor leve e que se mistura mais facilmente com a água.
29/06/2006 - 21h11m Reuters
2.7.06
Espetáculo...
Vamos exorcizar nossa decepção por conta desse espetáculo deprimente. Vamos exercitar o nosso ódio ao Roberto Carlos, que além de ser o maior mascarado da face da Terra ainda foi capaz de ficar ajeitando as meias e deixar o Henry fazer o gol que ajudou a desclassificar o time. Digo ajudou porque o que nos derrubou foi a junção da auto-indulgência dos nossos jogadores com a vontade de vencer e a seriedade do selecionado francês.
A França mereceu vencer e o Brasil foi derrotado com toda justiça.
1.7.06
Seja amante, ame.

Descubra a parte do corpo que exala o perfume mais forte. Será o ponto de maior excitação. Use a respiração como voz. Não atalhe, não abrevie, não resolva. Mas avance e recue. Faça o que mais quer para logo mudar de idéia. Volte atrás como quem deixou de lado algo importante. Não pense muito, apenas o suficiente para não ser refém do seu corpo. Assista a si mesmo mais do que atuar. Namore as regiões com mais vergonha. No fundo, a vergonha é discreta vaidade. Não ataque, converse pelas mãos, pelo olhar, conserve a atmosfera sem as mãos. Defenda-se para mostrar sua vulnerabilidade. Escute o que o outro não disse. Não tenha pudor. Fome é desejo. Exponha-se. Acaricie as costas dela com a cabeça e o rosto e os dedos, mais e mais. Concentre-se na dispersão. Não banque o sério, pois entedia. Combine tranqüilidade com insegurança. Despiste sua movimentação. Quanto maior a espera, maior será a eletricidade. Não aguarde respostas rápidas. Desprendimento é diferente de descompromisso. É doação. Não durma depois nem se afaste com pressa. Continuem se beijando mansamente.
Pecado? Pecado foi o de eva. O meu foi um grande prazer! Mairy Sarmanho
Tatuagem
Que é pra te dar coragem
Pra seguir viagem
Quando a noite vem
E também pra me perpetuar em tua escrava
Que você pega, esfrega, nega
Mas não lava
Quero brincar no teu corpo feito bailarina
Que logo se alucina
Salta e te ilumina
Quando a noite vem
E nos músculos exaustos do teu braço
Repousar frouxa, murcha, farta
Morta de cansaço
Quero pesar feito cruz nas tuas costas
Que te retalha em postas
Mas no fundo gostas
Quando a noite vem
Quero ser a cicatriz risonha e corrosiva
Marcada a frio, a ferro e fogo
Em carne viva
Corações de mãe
Arpões, sereias e serpentes
Que te rabiscam o corpo todo
Mas não sentes
Chico Buarque
28.6.06
Escolhas: a doce angústia

Toda escolha é composta de 7 atitudes
(que podem acontecer num momento e em seqüência):
1) saber que existe opção;
2) entender o que está sendo proposto e o que significa essa opção;
3) tomar consciência do risco que se corre, porque há sempre algo que se abandona;
4) o olhar interno para as duas possibilidades;
5) a decisão de optar, que é sempre mesclada com a tentação de desistir,
o que não acontece antes que se decida, embora não se perceba isso;
6) o ato de escolher;
7) o assumir das conseqüências.
Juntando tudo e simplificando, uma coisa é certa: se você sair na chuva vai ter que se molhar. O que faz toda a diferença não está no ficar molhado e sim no que vai se fazer depois: aproveitar para lavar a alma ou recolher-se a um canto, tremendo de medo de ficar resfriado. Eis porque o filósofo francês Jean Paul Sartre dizia que o homem está ‘‘condenado à liberdade’’, na certeza de que ao ser humano é impossível renunciar à escolha, sob pena de anular-se e deixar de fazer parte da condição humana, já que mesmo não agindo estamos praticando uma escolha. Logo, somos heróis e prisioneiros do mesmo destino. Não é fantástico esse entendimento, por mais duro que possa parecer aos duvidosos ou àqueles que querem jogar para outros o seu próprio destino?
27.6.06
25.6.06
24.6.06
NÃO HÁ DE QUÊ

... Só é triste quem não mistura os fatos com as impressões.
Toque-me na perna, no pescoço, o braço ficará arrepiado e será um acontecimento. Toque-me na memória e vou me encontrar mais do que me pertenci. Não existe escombro que não possa servir de pedra novamente.
Não há quem não feche os olhos ao comer, não há quem não feche os olhos ao cantar a música favorita, não há quem não feche os olhos ao beijar, não há quem não feche os olhos ao abraçar.
Fechamos os olhos para garantir a memória da memória. É ali que a vida entra e perdura, naquela escuridão mínima, no avesso das pálpebras.
Concentramo-nos para segurar a dispersão, para segurar o ritmo ao calor da música. O rosto é uma estrutura perfeita do silêncio. Os cílios se mexem como pedais da memória. Experimenta-se uma vez mais aquilo que não era possível...
21.6.06
20.6.06
14.6.06
13.6.06
12.6.06
29.5.06
Homens Borboleta

Dois homens viajavam juntos em pleno sol de verão. Eles iam aonde vão os peregrinos perpétuos: sempre em frente. Perto do meio dia, depois de caminhar muito desde o amanhecer, resolveram parar para comer e descansar à sombra de um grande carvalho, à beira de uma campina. Almoçaram um pedaço de pão e um copo de vinho. Depois um deles se estendeu sobre a relva, com o chapéu sobre os olhos, as mãos cruzadas sobre o ventre e dormiu.
Então, de dentro de sua boca aberta, seu companheiro viu sair uma borboleta azul. Voando em círculos crescentes a borboleta foi visitando arbustos e flores, até se dirigir para um crânio de cavalo que estava sobre a relva, a certa distância dali. O homem sentado não perdeu um só dos movimentos da borboleta, que entrava e saía mil vezes daquele crânio, entrando por um olho, saindo pelo outro, depois desaparecendo no fundo das órbitas para reaparecer por entre os dentes, em rápidos volteios incessantes, até finalmente afastar-se e voltar outra vez a voar em círculos em torno da cabeça do homem que dormia e entrar pela sua boca adentro.
Nesse momento o homem acordou, esfregou os olhos e disse para o amigo enquanto se espreguiçava longamente: Acabo de ter um sonho muito agradável. Eu estava em um palácio magnífico, brilhante, maravilhoso. Eu visitava todos os seus aposentos, corria ao longo dos corredores, subia em seus andares mais altos que tinham o teto abobadado como as igrejas, depois descia a seus porões profundos. Este palácio era meu. E eu estava maravilhado porque ele tinha sido construído sobre um imenso tesouro escondido sob suas muralhas.
Foi então que o outro lhe respondeu:
- Você quer que eu diga onde é que você esteve durante seu sono? Está vendo aquele crânio de cavalo que está brilhando ao sol? Foi para lá que você foi. Eu vi seu espírito sair pela sua boca na forma de uma borboleta azul. Ela visitou todos os lugares daquele crânio, do fundo do olho até os dentes e depois voltou para dentro da sua boca. Agora, se você quiser acreditar em mim, vamos fazer um buraco sob as muralhas deste palácio, para ver se o olho do sonho é mesmo clarividente.
Eles levantaram o crânio, cavaram a terra onde ele estava depositado e descobriram o tesouro escondido. Um imenso tesouro: lá havia TUDO, tudo o que um homem pode sonhar.
Extraído de El Caballo Magico Idries Shah
21.5.06
Missão Toten
17.5.06
in my eyes

15.5.06
Zumbi - o último dos líderes do Quilombo dos Palmares.
Zumbi - o último dos líderes do Quilombo dos Palmares
Etimologia
A palavra Zumbi, ou Zambi, vem do africano quimbando "nzumbi", e significa, a grosso modo, "duende".
Histórico
O quilombo dos Palmares (localizado na atual região de União dos Palmares - AL) era uma comunidade auto-sustentável, um reino (ou república na visão de alguns) formado por escravos negros que haviam escapado das fazendas brasileiras. Ele ocupava uma área próxima ao tamanho de Portugal e situava-se onde era o interior da Bahia, hoje estado de Alagoas. Naquele momento sua população alcançava por volta de 30.000 pessoas.
Zumbi nasceu livre em Palmares no ano de 1655, mas foi capturado e entregue a um missionário português quando tinha aproximadamente 6 anos. Batizado Francisco, Zumbi recebeu os sacramentos, aprendeu Português e Latim, e ajudava diariamente na celebração da missa. Apesar das tentativas de torná-lo "civilizado", Zumbi escapou em 1670 e, com 15 anos, retornou ao seu local de origem. Zumbi se tornou conhecido pela sua destreza e astúcia na luta e já era um estrategista militar respeitável quando chegou aos 20 e poucos anos.
Por volta de 1678, o governador da Capitania de Pernambuco cansado do longo conflito com o quilombo de Palmares, se aproximou do líder de Palmares, Ganga Zumba, com uma oferta de paz. Foi oferecida a liberdade para todos os escravos fugidos se o quilombo se submetesse à autoridade da Coroa Portuguesa; a proposta foi aceita. Mas Zumbi olhava os portugueses com desconfiança. Ele se recusou a aceitar a liberdade para as pessoas do quilombo enquanto outros negros eram escravizados. Ele rejeitou a proposta do governador e desafiou a liderança de Ganga Zumba. Prometendo continuar a resistência contra a opressão portuguesa, Zumbi torna-se o novo líder do quilombo de Palmares.
Quinze anos após Zumbi ter assumido a liderança, o bandeirante paulista Domingos Jorge Velho foi chamado para organizar a invasão do quilombo. Em 6 de fevereiro de 1694 a capital de Palmares, Macaco, é destruída e Zumbi foi ferido. Apesar dele ter sobrevivido, ele foi traído, capturado e morto, quase dois anos após a batalha, no dia 20 de novembro de 1695. Os portugueses transportaram a cabeça de Zumbi para Recife, onde ela foi exposta em praça pública, para mostrar que a lenda da imortalidade de Zumbi era irreal.
Zumbi é hoje, para a população brasileira, um símbolo de resistência. É também um dos nomes mais importantes da Capoeira.
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14.5.06
Dizem que cada um tem a mãe que precisa...
Ela harmoniza os opostos e equilibra as diferenças, mas não admite que um membro de sua família dê de ombros para as necessidades alheias e volte-se exclusivamente para si mesmo. Com uma mãe libriana, os filhos logo descobrem que todos os relacionamentos são de suma importância, não só para o equilíbrio íntimo mas também para o bem-estar geral. Seu forte é a diplomacia - ao colocar panos quentes, demonstra que não vale a pena se exaltar por bobagens. Por outro lado, pode ficar em cima do muro e adiar decisões - o curioso é que suas omissões tendem a provocar na prole o desejo de reagir e de tomar posição. Isso acontece porque ela ensina como compensar o que falta. Regida por Vênus, é vaidosa e tem sensibilidade para as artes, transmitindo lições de bom gosto e refinamento aos filhos.
Como sou para o meu filho:
Regida pelo coração, a imperiosa mãe leonina ensina a importância do amor e da arte para viver bem. Como seu poder de invenção é ilimitado, ela indica quanto é fundamental buscar a auto-realização e desenvolver a individualidade de forma criativa. Vira e mexe, sua face exigente vem à tona, com o intuito de motivar e direcionar a vontade da prole. Tal qual uma leoa na selva, gosta de dar ordens e tenta governar todo mundo, mas, alguns minutos depois, surpreende a família transformando o orgulho em humildade. Nesse momento, aprende-se que muitas rusgas podem ser esquecidas com abraços, beijos, pedidos de desculpas e declarações apaixonadas. Isso não quer dizer que ela desista de sua habitual firmeza: é sua estratégia favorita, que permite ao filhote revelar a própria força e assumir plenamente o próprio destino.
13.5.06
NÃO BRINQUE COMIGO
12.5.06
Leva eu - movimento Book Crossing

É esse também o princípio do movimento Book Crossing, nova versão das mensagens na garrafa. Você deixa livros em bancos de praça e lugares públicos esperando alguém os encontrar, ler e gentilmente os abandonar de novo, num elo invisível e meio mágico entre pessoas que não se conhecem (ou se conhecem, vai saber…). "Adoro a idéia de compartilhar literatura, me sinto parte de uma comunidade", diz Spiegel, codinome de uma gaúcha que agora compra livros só para libertá-los ao vento do acaso. Em www.bookcrossing.com é possível registrar onde e quando "esquecemos" um livro e rastrear dezenas de outros que circulam no mundo, inclusive no Brasil. Boa Sorte!
1.5.06
O que nós queremos deles

Mas afinal, o que querem as mulheres de um homem? O que nós queremos? Em primeiro lugar, que ele nos ame muito; muito, mas não exageradamente. Que nos entenda, que nos ouça sempre com muita atenção, mesmo que não esteja muito interessado no que estamos falando (mas fingindo estar). Não, ele não precisa nos trazer flores; mas deve estar sempre nos procurando, fazendo um carinho no nosso ombro, pousando (apenas pousando) a mão na nossa coxa por debaixo da mesa ou quando estiver dirigindo o carro, coisa de quem se sabe dono absoluto do nosso coração (e do nosso corpo); só faz isso um homem seguro, que é o que todas queremos.
Por outro lado, é preciso que ele nos solicite muito, pergunte que gravata deve usar, se gostamos da água-de-colônia nova, que carro deve comprar, mesmo que acabe fazendo o que quer, sem dar a mínima para nossa opinião. Mas também é preciso que às vezes fique quieto, calado, para nos deixar bem inquietas, imaginando no que será que ele está pensando. Mulher não pode nunca se sentir nem muito segura nem muito insegura: tem que ser no ponto certo. O ponto certo, essa é a questão. Para isso é preciso sensibilidade, coisa fundamental no homem que se ama. Sensibilidade para sentir quando estamos precisando de um carinho, de um amasso ou de ficar em silêncio. E ser capaz de, na hora de uma briga, dizer vem cá, sua boba", e a gente se aninhar nos braços dele esquecendo de tudo que estava falando. Ah, como é bom um homem assim. Não é preciso que ajude a lavar os pratos nem a arrumar a cozinha, essas bobagens a gente faz com o maior prazer quando ama. Mas a cada cinco minutos pode perguntar, enquanto assiste o futebol (sem tirar os olhos da TV), se ainda vai demorar muito essa arrumação, pedir para você levar uma cerveja e dizer "vem sentar do meu lado para ver o jogo". Esse jogo não nos interessa nem um pouco, mas saber que ele precisa de nós num momento tão crucial é tudo de que precisamos para ser felizes. E quando o time dele fizer um gol e ele comemorar te abraçando e beijando muito, seja solidária e mostre-se tão feliz como se tivesse acabado de ganhar o mais lindo vestido da última coleção de Valentino. Não basta ser mulher: tem que participar.
A hora de ir para a cama é muito importante: mesmo que ele esteja estudando um processo ou lendo uma revista em quadrinhos, é fundamental que ponha a perna em cima da sua, para que você sinta que, aconteça o que acontecer, ele estará sempre ligado em você. E um homem que quer ser amado sobre todas as coisas não pode jamais, mas jamais, depois de apagar a luz do abajur, se virar de costas para dormir; isso é crime que nenhuma mulher perdoa. E quando, já no escuro, ele faz um carinho na sua cabeça e se encaixa - não há mulher que resista a um homem que sabe se encaixar bem -, aí é que você sente a felicidade total e pensa que é aquele homem, aquele e nenhum outro, que pode fazê-la feliz. É só isso que queremos dos homens. Não é pedir muito, é?
Danuza Leão na Revista Claudia
25.4.06
20.4.06
"amor incondicional"
17.4.06
Ao sucesso e à felicidade

"...Esse é o segredo do vencedor. Enquanto alguns torcem contra, ele rema a favor. Transforma as dificuldades em um poderoso combustível que o move a toda velocidade rumo ao andar mais alto da casa da felicidade. Não há nada mais forte do que aquele que aprende a usar as adversidades da vida a seu favor. O verdadeiro vencedor fala da próxima conquista, nunca da última derrota. Desprezar as dificuldades passadas é a melhor maneira de não fazer delas o monstro do medo que nos impede de seguir em frente. Ao sucesso e à felicidade. Direto para a morada do otimista. Lá vamos nós".
12.4.06
Comendo Valencia com os olhos
































